Químicos da Força participam da II Conferência Nacional do Trabalho

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Entre os dias 3 e 5 de março, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT), realizou a II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT), no Distrito do Anhembi, em São Paulo SP. 

O evento reuniu representantes de trabalhadores, empregadores e governo, além de lideranças da OIT e observadores de outros países, para debater os desafios e as transformações do mundo do trabalho.

Os Químicos da Força estiveram representados por Edson Dias Bicalho, secretário-geral da FEQUIMFAR e presidente do Sindicato dos Químicos de Bauru e Danilo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical SP e vice-presidente da FEQUIMFAR.

A programação da Conferência inclui reuniões das bancadas de trabalhadores, empregadores e governo. No encontro da bancada dos trabalhadores, Edson Bicalho representou a Força Sindical na abertura dos trabalhos e destacou a importância dos debates para avançar na construção de políticas públicas que fortaleçam o diálogo social, valorizem o trabalho e garantam melhores condições de emprego e renda para a classe trabalhadora.

Durante a Conferência, Edson também atuou como líder de bancada nos grupos de trabalho, contribuindo para a organização das discussões e a construção de propostas.

A programação também contou com encontros dos Grupos Temáticos (GTs) para aprofundamento das discussões sobre o mundo do trabalho e reuniões específicas entre representantes dos trabalhadores e dos empregadores para análise e alinhamento de propostas que foram levadas à plenária final da conferência.

Declaração final 

Ao final da Conferência, os delegados presentes na plenária votaram e aprovaram 10 das 17 propostas voltadas ao fortalecimento das relações de trabalho, da negociação coletiva e da segurança jurídica.

O secretário de Relações do Trabalho do MTE e coordenador da Conferência, Marcos Perioto, fez a leitura da Declaração Final da II CNT na plenária de encerramento. O documento, assinado por todas as entidades participantes,  incluem temas como o fortalecimento do diálogo social e da negociação coletiva, a promoção de uma intermediação de mão de obra mais inclusiva e a ampliação das políticas de qualificação profissional alinhadas às necessidades do mercado de trabalho.

O documento também defende o fortalecimento do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como instrumentos de apoio ao desenvolvimento econômico, à geração de empregos, à inovação tecnológica, à transição energética e ao financiamento da infraestrutura e da moradia; aprimoramento das políticas públicas de emprego, trabalho e renda e o fortalecimento de espaços institucionais de diálogo tripartite entre trabalhadores, empregadores e governo.

Foto: Matheus Itacaramby / MTE

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