Centrais sindicais organizam Jornada de lutas contra os juros altos

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Estão previstos atos em todo país para pressionar o Copom a baixar os juros

Lideranças das centrais sindicais se reuniram nesta terça-feira (6 de junho), na sede da CUT, em São Paulo, para definir as ações que serão realizadas na Jornada de Lutas contra os juros altos.

Os sindicalistas definiram um calendário de mobilizações para pressionar o Copom (Comitê de Políticas Monetárias) do Banco Central  a reduzir a Taxa Básica de juros (Selic), que atualmente está em 13,75% ao ano.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, explica que o objetivo da Jornada de Lutas contra os juros altos é chamar atenção da sociedade e pressionar os membros do Banco Central sobre a importância de baixar os juros.

“Juros altos sangram o País e inviabilizam o desenvolvimento. O pagamento de juros, por parte governo, consome e restringe consideravelmente as possibilidades de crescimento do País, bem como os investimentos em educação, saúde e infraestrutura, entre outros”, alerta o líder sindical.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), ressalta que diminuir a taxa de  juros vai ajudar a gerar mais empregos, melhorar os investimentos na indústria e no comércio e aumentar o crédito. “Com juros baixos, há mais consumo, gerando mais produção, e consequentemente, abertura de novos postos de trabalho”, completa Juruna.

Confira a seguir a agenda da Jornada de Luta contra os juros altos:

16/06 – Lançamento da jornada de lutas. Categorias irão realizar  assembleias,  panfletagens , tuitaços  e atos em diversas cidades do País. Em São Bernardo do Campo (SP) haverá  uma passeata;

19/06 – Tuitaços contra os Juros Altos;

20/06 – Atos em frente ao Banco Central em todos os Estados onde houver sede. Em São Paulo, Ato em frente ao Banco Central,  Av. Paulista, 1804, a partir das  10 horas;

22/06 – Previsão de reunião com Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Centrais estão discutindo a elaboração de uma peça jurídica pedindo  o  impeachment do presidente do Banco Central,  Campos Neto.

Fonte: Imprensa Força Sindical.

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