Químicos da Força Sindical e da CUT discutem medidas de proteção junto ao setor patronal por meio de negociação coletiva

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Considerando a pandemia do novo Coronavírus no país, a FEQUIMFAR/Força Sindical e FETQUIM/CUT, juntamente com o Grupo CEAG-10 da FIESP, elaborou Carta conjunta informando que as Federações e Sindicatos filiados deverão discutir com as empresas do setor medidas que visem resguardar a saúde dos trabalhadores, manter empregos e minimizar o impacto econômico, valorizando a negociação coletiva.

A FEQUIMFAR e seus Sindicatos filiados representam cerca de 135 mil trabalhadores no setor industrial químico e plástico no Estado de São Paulo, que estão distribuídos nos segmentos químicos, plástico, petroquímicos, abrasivos, fertilizantes, cosméticos, tintas e vernizes, entre outros, com data-base em 1º de novembro.

Em consulta aos Sindicatos, foi verificada a paralisação de atividades em parte das empresas, tanto em setores administrativos, quanto produtivo.

Portanto, diante disso, Químicos da Força Sindical, da CUT e representantes patronais deverão dialogar de forma coletiva a fim de enfrentar os desafios que virão em virtude da pandemia do novo Coronavírus.

Para Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR e 1º secretário da Força Sindical, é importante que a negociação coletiva indique e viabilize medidas a serem tomadas para manter empregos e superar a crise: “O contexto atual exige cautela. Temos responsabilidade e o momento é de agirmos coletivamente em busca de ações que visem a proteção social em todas as suas esferas. A pauta agora é saúde pública e medidas em defesa do emprego e da renda dos trabalhadores, bem como o combate à crise econômica”.

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