Reunião do Conselho Político Consultivo comemora os 65 anos da FEQUIMFAR

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O Conselho Político Consultivo da FEQUIMFAR, composto por representantes dos 32 Sindicatos filiados, esteve reunido hoje, dia 25 de maio, na sede da Federação dos Químicos, em São Paulo SP, para homenagear os 65 anos da Federação dos Químicos, completados no dia 24 de abril deste ano.

Edson Dias Bicalho, secretário geral da FEQUIMFAR e presidente do Sindicato dos Químicos de Bauru e Região, coordenou o evento que teve a participação de lideranças regiões de todo o estado e contou com mesa de abertura composta por Jurandir Pedro de Souza, diretor financeiro da FEQUIMFAR, Maria Auxiliadora dos Santos, secretária nacional de políticas para mulheres da Força Sindical, Laura Santos, diretora do Sindicato dos Químicos de Itapetininga e coordenadora do Departamento de Mulheres e Identidade de Gênero da FEQUIMFAR, e Maria Nalva, presidente do Sindicato dos Químicos de Jaguariúna e coordenadora do Departamento de Mulheres e Identidade de Gênero da FEQUIMFAR.

O ex-presidente da FEQUIMFAR, Danilo Pereira da Silva, agora, presidente da Força Sindical Estadual São Paulo, resgatou pontos importantes da história da Federação dos Químicos, em especial, a fundação dos Sindicatos filiados que tanto fortalecem a luta dos Químicos da Força no estado de São Paulo.

Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR e vice-presidente da Força Sindical, fez um histórico dos 65 anos anos de existência da Federação, destacando o SOS Federação, que completa 30 anos em agosto, um movimento de redemocratização que mudou os rumos da entidade e reconquistou o seu protagonismo na luta sindical.

Daniel Ferrer, do DIEESE, fez uma retrospectiva e trajetória do desenvolvimento das cláusulas econômicas nas Convenções Coletivas dos trabalhadores nas indústrias químicas, farmacêuticas, fabricação de etanol, brinquedos e instrumentos musicais.

César Augusto de Mello, advogado da FEQUIMFAR, falou sobre a reforma sindical e a  proposta de diretrizes das Centrais Sindicais para mudanças na estrutura sindical, com custeio e valorização da negociação coletiva.

 

 

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