Força Sindical Estadual em Rio Preto

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Mais de 40 entidades sindicais da região de São José do Rio Preto estarão reunidas amanhã, dia 14 de setembro, para discutir pautas importantes para os trabalhadores, e contará com a presença do presidente da Força Sindical Estadual e vice-presidente da FEQUIMFAR, Danilo Pereira da Silva; presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres e Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado de São Paulo, Valdir de Souza Pestana, advogado da Força Sindical e FEQUIMFAR, Cesar Augusto de Melo e coordenando este grande encontro, João Pedro Alves Filho, presidente do Sindicato dos Químicos de São José do Rio Preto e Coordenador Regional da Força Sindical São Paulo.

Na pauta do encontro, a discussão girará em torno do futuro do setor químico, cuja negociação, 1 de novembro de 2023, envolverá mais de 200 mil trabalhadores no estado e dos setores: sucroenergético e transportes no Estado de São Paulo entre outros.  Empresas brasileiras têm acelerado o desenvolvimento dos combustíveis renováveis, uma vez que a previsão é que a popularização dos carros elétricos estão aumentando.  “A região de Rio Preto conta com dezenas de usinas de etanol e esse setor emprega algo em torno de 50 mil trabalhadores. Precisamos pensar no futuro desses trabalhadores, dessas famílias”, afirma Leite. A cana responde por 85% da produção do etanol e passa por aperfeiçoamentos genéticos para ampliar sua produtividade em cerca de 40%. O milho fica com os outros 15%, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) e, em breve, novos grãos e plantas também serão matéria-prima para a produção do combustível.

O presidente do Sindicato dos Químicos de São José do Rio Preto, João Pedro Alves Filho, afirma que existe uma preocupação do setor sucroenergético com a chegada dos carros elétricos. “Já está acontecendo. Carros, ônibus, caminhões. Já tem previsão de instalação de plantas na Bahia e aqui também no Estado de São Paulo para fabricação dos veículos elétricos. Precisamos tratar desse assunto com muita seriedade, porque se o Brasil for tomado por carros elétricos, milhares de trabalhadores perderão seus postos de trabalho. Já existem tratativas do governo, e trabalharemos para conseguir realocar os trabalhadores no mercado de trabalho. O setor sucroenergético está trabalhando também para a implantação do hidrogênio verde, podendo migrar essa mão de obra”.

Fonte: Imprensa do Sindicato dos Químicos de São José do Rio Preto e Região.

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