Política de valorização do Salário Mínimo é sancionada pelo Presidente Lula

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje, 28 de agosto, a lei que aumenta o salário mínimo para 1.320 reais no país, além de estabelecer a nova política de valorização do mínimo a cada ano. A medida também terá impactos no Imposto de Renda, aumentando a faixa de isenção do imposto para pessoas físicas. De acordo com a nova regra, os trabalhadores com renda mensal equivalente a dois salários mínimos não precisarão declarar o IR no ano que vem.

“Hoje, sancionamos a lei e a valorização do salário mínimo que será política permanente. Isso quer dizer que, todos os anos, o salário mínimo deverá ser ajustado acima da inflação, com ganho real. Com mais dinheiro para os brasileiros e mais crescimento para o Brasil, todo mundo ganha”, destaca o presidente Lula.

Força Sindical presente

Com Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro da indústria, comercio e serviços

A convite do presidente Lula, Sergio Luiz Leite, Serginho, presidente da FEQUIMFAR e vice-presidente da Força Sindical, e Miguel Torres, presidente da Força Sindical, estiveram na cerimônia realizada no Palácio do Planalto representando a Central.

“A política de valorização do Salário Mínimo foi abandonada em 2015! A luta das Centrais Sindicais conquistaram e recuperaram essa medida importantíssima para o desenvolvimento do país”, afirma Serginho.

“Com relação à tabela do Imposto de Renda, julgamos importante essa isenção, pois atinge cerca de 42% dos trabalhadores. Porém, destacamos que é urgente uma negociação com o Governo para a revisão de toda a tabela, que segue com defasagens históricas, punindo todos os trabalhadores”, disse.

Com os ministros Alexandre Padilha, de relações institucionais, Marcio Macedo, da secretaria geral da presidência e Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados

Durante o evento, o presidente Lula assinou Decreto criando um Grupo de Trabalho para regulamentação da Convenção 151 da OIT, que trata da negociação coletiva dos servidores públicos.

“Um dia importante para os trabalhadores públicos e privados” concluiu Serginho.

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