Edson Bicalho participa de reunião mundial de sindicatos do setor farmacêutico no Japão

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Nesta semana, Edson Dias Bicalho, secretário-geral da FEQUIMFAR, presidente do Sindicato dos Químicos de Bauru e Região e co-presidente do setor químico e farmacêutico da IndustriALL Global Union, participa da Reunião da Rede Mundial de Sindicatos da Indústria Farmacêutica, em Tóquio, no Japão.

Realizado nos dias 26 e 27 de outubro de 2026, na sede global da Takeda, o encontro reúne representantes sindicais de diferentes países para debater os desafios do setor farmacêutico e fortalecer a articulação internacional em defesa dos trabalhadores.

A abertura contou com a participação de Edson Bicalho, Masato Shinohara, presidente da Rede dos Trabalhadores da Takeda Farmacêutica; Takeshi Annaka, representante do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão; Go Takahashi, diretor-gerente da Associação dos Fabricantes Farmacêuticos do Japão; e Tom Grinter, diretor do setor farmacêutico da organização.

Em sua fala, Edson destacou a eleição do presidente Lula que “representa a defesa da democracia, da soberania nacional, dos direitos da classe trabalhadora, além de marcar um passo importante no enfrentamento ao avanço da extrema direita”.

Entre os temas debatidos está a igualdade de gênero, a diversidade e a inclusão nos locais de trabalho. As lideranças destacaram a importância de avançar na igualdade salarial e nas condições de trabalho, além de incorporar esses compromissos aos acordos coletivos e às estruturas sindicais.

A programação também aborda as transformações da indústria farmacêutica, incluindo reestruturações empresariais, aquisições e fechamento de fábricas, além dos impactos dessas mudanças sobre os empregos e as condições de trabalho. A necessidade de garantir informação e consulta prévias aos trabalhadores antes de decisões empresariais foi apontada como uma das principais questões para a atuação sindical.

Os participantes também discutem o acesso a medicamentos, a participação dos trabalhadores na formulação de políticas públicas, a negociação coletiva e a importância de estabelecer canais de diálogo entre sindicatos e as direções globais das empresas. A agenda inclui ainda debates sobre devida diligência, saúde e segurança no trabalho, inteligência artificial, robótica e qualificação profissional.

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